Sistema para borracharia
Orçamento, ordem de serviço, fiado, comissão e caixa no mesmo lugar. O dia fecha certo, e no fim do mês você sabe quanto sobrou.
Sem cartão e sem instalar nada.
Você conhece isso
É o que ninguém anotou. Todo mês some um pouco, e nunca dá para provar de onde.
O motorista jurou que pagou, e o caderno não diz o contrário.
Você tem um número na cabeça, o funcionário tem outro, e ninguém tem papel.
Sem conferir a gaveta todo dia, o buraco aparece semanas depois.
Entrou dinheiro todo dia, mas o que ficou depois das contas é chute.
Diz quanto tem de troco na gaveta. Um toque, de manhã.
Veículo, serviço, como pagou. Sai o papel do cliente na hora.
Conta o dinheiro da gaveta. O sistema diz se bate, e o que faltou.
Torque AI · incluso no plano
Com a mão suja de graxa, no meio do serviço, sem parar para digitar. Você conta o que acabou de fazer, do jeito que falaria para o colega, e o serviço entra registrado.
São 300 pedidos por mês inclusos no plano, que dá e sobra para o movimento do dia. Quando acabam, o sistema inteiro continua funcionando pelos toques, do jeito que sempre foi. E se o microfone não aparecer no seu aparelho, é só digitar o pedido no mesmo campo, que funciona igual.
Por dentro
Quem está no pátio precisa ver o que tem para fazer, não um menu. A tela abre com os carros parados, na ordem em que chegaram.
Orçamento para ele aprovar, ordem de serviço para o pátio executar, comprovante do que foi pago. Com o nome e o telefone da sua loja em cima.
Cada venda na conta fica no nome de quem levou, com o prazo que foi combinado. A lista abre por quem está devendo há mais tempo.
Cada serviço guarda quem fez. No fim do mês existe um número só, e ele é o mesmo na sua tela e na do funcionário.
No fim do dia você conta a gaveta e digita. O sistema compara com o que foi registrado e mostra a diferença, com o que você anotou sobre ela.
Procure pela placa e veja tudo que já foi feito naquele veículo, quem fez e quanto custou. Se ainda está na garantia, o sistema diz, e o retorno entra sem cobrar o cliente de novo.
Não é um sistema de escritório que também abre no celular. Ele nasceu para ser usado em pé, com a mão suja, com um caminhão esperando.
E três tamanhos de letra, para quem enxerga mal no sol.
Um link abre o pátio em qualquer celular. A pessoa entra com quatro números.
Ele vende e recebe. Custo, margem e caixa continuam sendo só seus.
Fala o serviço e ele escreve. Ver como funciona.
Tem mais
Coisas pequenas que só existem porque borracheiro de verdade pediu.
Calibragem de graça para quem fez remendo com você: sai riscada no papel, com o valor que o cliente ganhou, e não paga comissão em cima.
A transportadora pergunta quanto está o do Valdir. O pagamento pode quitar um caminhão, ou todas as notas de um motorista, sem embolar o resto.
Um ícone para você e outro para o pátio, cada um abrindo direto onde trabalha. Sem loja de aplicativo e sem ocupar espaço no celular.
Você diz o mínimo de cada coisa. Quando chega lá, o painel avisa: na quinta, e não na sexta com o caminhão no elevador.
Comprou pneu para trinta dias? O resultado do mês não afunda hoje por uma conta que você só vai pagar mês que vem.
Divisão do lucro pelo que entrou de verdade, e a retirada sai do caixa sem virar despesa, porque aquele dinheiro já era lucro.
Bagunçou testando? Você marca o que foi teste e apaga, e o que já estava certo continua onde está.
Três tamanhos, e a tela inteira acompanha. Quem trabalha com a vista cansada não precisa de óculos para fechar o caixa.
Perguntas
Com certeza. Ele entra no pátio pelo celular com um PIN de quatro números, e a tela dele tem três caminhos: venda rápida, venda para um cliente e a fila do dia. Quem manda mensagem no WhatsApp aprende no primeiro carro. E ele não enxerga custo, lucro nem a comissão dos outros.
Não. Abre no navegador do celular, do tablet e do computador. Dá para deixar o atalho na tela inicial do celular, como se fosse um aplicativo.
Precisa de internet para registrar. Se a conexão cair no meio de uma venda, o sistema tenta de novo sozinho e avisa se não conseguiu, para você não registrar a mesma venda duas vezes.
Funciona, e o jeito de você conferir é o próprio sistema: ele repete em voz alta o que entendeu e pergunta se confere, e nada é registrado antes de você dizer que sim. Depois de gravar, aparece na tela a lista do que entrou, escrita pelo sistema e não pela inteligência artificial, com o número do pedido. São 300 pedidos por mês inclusos no plano. Precisa do Chrome no Android ou do Safari no iPhone; se o microfone não aparecer no seu aparelho, é só digitar o pedido no mesmo campo, que funciona igual.
Não. Você começa pelo dia de hoje. O fiado antigo, se quiser, você cadastra como cliente e lança o que ele deve, mas isso é escolha sua.
Não. Você paga por Pix o período que quiser, e nada cobra sozinho depois. Se parar de pagar, os seus dados continuam aqui: o que trava é registrar coisa nova.
Não. O que você lança fica dentro da sua conta: venda, preço, cliente, fiado, comissão e lucro não aparecem para ninguém de fora da sua loja. Essa separação é feita no banco de dados, loja por loja, e não é uma promessa escrita numa tela.
Por Pix, dentro do sistema, e quem processa é o Mercado Pago, a mesma estrutura que roda a maquininha e o aplicativo que você já conhece. O dinheiro sai do seu banco e cai lá, com a segurança e o registro deles. O Torque só recebe a confirmação de que o pagamento entrou. Cartão a gente nem pede: não existe cobrança automática, nada renova sozinho.
Dá. Em Configurações existe o “Começar do zero”: você marca o que foi só teste e apaga, e o que já estava certo fica.
Preço
Sem taxa de instalação, sem cobrar por funcionário, sem plano que esconde recurso.
O plano você escolhe depois, dentro do sistema.
Pagamento por Pix, pelo Mercado Pago. Nenhum dado de cartão passa por aqui.
Três dias para usar na sua loja, com os seus preços e os seus clientes. Se não servir, você fecha e não paga nada.
Leva um minuto. Só e-mail e senha.